sábado, 21 de janeiro de 2017

Gratidão


Apesar de 2016 ter sido o ano pesado que foi, o sentimento mais recorrente que tive foi: Gratidão.


Para quem estudou Sociologia e Política e está envolvido com Políticas Públicas e Direitos Humanos, acompanhar tanta turbulencia e derrotas, não foi nada fácil. Até eu que sou toda Poliana (buscando sempre o lado bom de tudo), não consegui me auto convencer com meus argumentos "polianísticos".

No entanto, se olhar para o meu ano todo de longe, há uns brilhos muito especiais! Entre elas, comecei o ano em Ilhabela e pude voltar para aquele lugar mágico com frequência; desenvolvi um novo trabalho de orientação com apoio da astrologia e meditação, conheci pessoas muito especiais... a prefeitura é um capítulo a parte, foi duro, mas também bonito.


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Na prefeitura, me tornei instrutora da Formação Fundamental em Direitos Humanos e, posteriormente, do programa de Excelência no Atendimento ao Cidadão, ambos da Escola Municipal de Administração Pública de São Paulo, fui convidada para elaborar e organizar o curso de Formação Cidadã da Secretaria Municipal de Cultura - uma oportunidade grandiosa e apaixonante, trabalhosa também, mas cada encontro e retorno dos alunos compensou e fez superar todo e qualquer estresse! 

A oportunidade de falar com os servidores sobre LGBT, Gênero, Racismo, Imigrantes, Drogadição, Juventude, População em Situação de Rua, Pessoa com deficiência e pessoa Idosa foi um presente para, espero, encerrar meu ciclo na prefeitura com chave de pérola! :)

No segundo semestre consegui ser nomeada na Secretaria Municipal de Cultura e também fixei lotação lá, o que significa que se perder o cargo que exerço não preciso me reapersentar na Secretaria de Saúde (uma grande vitória!). E hoje, dia 21 de janeiro de 2017, completo 5 anos exercendo cargos de confiança, o que significa que se torna permanente ao meu salário a gratificação de função, mesmo que me tirem o cargo - e esse era o passo que faltava para, assim que viável, poder pedir uma Licença de Interesse Particular (não remunerada), na qual posso ficar até 2 anos sem ter de abrir mão da "carreira", sendo possível ir experimentar outras coisas neste mundo! ;)
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Mas pelo que mais me sinto grata mesmo, é pelo aprendizado, pelo apoio do Universo e pela minha resiliência (ainda que de tão usada já está meio gasta! rs). 

Sei que parece estranho, mas sou grata às pessoas mais... sacanas comigo. Porque me ensinaram coisas que precisava aprender.

E não sei se o Universo faz essa compensação, mas houve tanta coisa boa, tanto apoio, ganhei 2 cursos que ajudaram a abrir a visão para outros mundos possíveis, ganhei amigos que são como verdadeiros pais, com quem troco e aprendo muito, sem falar no pai do Templo Guaracy, é tanto amor, que não tem como não sair bem dali! Procuro entender e apreender e me banho desse amor todo, que faz toda a diferença do mundo! Sou muito grata!

No final do ano foi tanta bordoada que fiquei zonza! Mal mesmo. Mas passa! E lembro que duas coisas foram especiais: ouvir o Mujica diendo que o homem é o unico animal que tropeça 20 vezes na mesma pedra (fez eu me sentir menos mal com alguns erros que são hábitos arraigados e acabam se repetindo) e uma palestra de um portuga lindo que coloco abaixo e recomendo!



E me empolguei, não pretendia escrever tanto! Mas é isso, queria registrar que esse sentimento é grandioso e me preenche cada vez mais! Porque tenho acesso a natureza para me reabastecer, me redescubro e reconstruo cada dia melhor e tenho o privilégio de conhecer pessoas muito especiais! 


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Quem pede tem prioridade

Um amigo me ensinou o ano passado que: "Quem pede, tem prioridade".

Fez refletir muito, afinal, porque temos tanta vergonha de pedir?

A verdade é que a somos ensinados, a sociedade nos impõem, que o correto é se matar de trabalhar para ter suas coisas. Que deve ter orgulho do suor do seu rosto, que jamais devemos pedir ou mesmo aceitar quando nos ofereçam algo.

Mas é preciso questionar de onde herdamos esses valores, e nos perguntarmos se realmente nos servem. Tenho a impressão que são fortes resquícios de um ética protestante que criou as condições propícias para que o capitalismo se fortalecesse e desenvolvesse - e com ele todo seu individualismo e lógica predatória (da subjetividade humana e da natureza). - Resposta de socióloga.

Em outras palavras, quer dizer que nos é incutida uma ideia que não nos beneficia, mas ajuda a manter o modo de vida que temos em que uns podem muito mais e outros muito menos.

Fiz 33 anos o mês passado e já me peguei várias vezes culpando por ainda estar numa condição financeira tão restrita, um pensamento que com o avançar dos anos é cada vez mais frequente.

Essas horas é preciso então recorrer a nossa linha da vida.

Se parar para olhar (ou mesmo contar a alguém), me darei conta mais uma vez que, de fato, sempre fiz o melhor, de acordo com as circunstâncias que se apresentavam. E que houve desafios grandes e muitos altos e baixos, como em qualquer vida que se viva.

É claro que temos que olhar para os erros e acertos e aprender com eles, pois é a única forma de sair da pura repetição, de não andar em círculo a vida toda, a menso que seja muito bom, claro! Mas que seja uma espiral. Acho que a minha já dá uma mola gigante! Se me jogar nela, será que voo longe? rs...

Enfim, dito isto, eis minha listinha de pedidos:


- HD EXTERNO
(antes que meu note de 2007 arreie)

- CELULAR
(pq o meu é da prefeitura, quero devolver)

- TECLADO PARA O TABLET
(pq amo escrever e meu note não pode mais me acompanhar)

- DENTISTA
(por ser caro, foi ficando pra depois)

- ÓCULOS NOVO
(o meu dá alergia e está "desatualizado", mas dá pra ir levando)

- RENEGOCIAÇÃO DA PÓS GRADUAÇÃO
(acumularam as parcelas, são quase R$ 3.000)

- AULAS DE TANGO
(me faz bem, desliga, sinto falta)

- AULAS DE HIPISMO ou TECIDO
(nunca fiz, mas tenho muita vontade!)

- CURSOS DE MASSAGEM/MEDITAÇÃO/ASTROLOGIA/FLORAIS/COACHING
(adoro, tenho o dom e quero me aprimorar, pois será minha mais nova profissão em breve!:)

- SITE
(para a nova profissão!;)

- BICICLETA!
(já ia esquecendo, se na teoria já é lindo, na prática, nem se fale! quero! rs)

- CASA

É só isso! rsrs... Exagerei, né? rs... É tudo que vai ficando pra depois... ih, faltou o Inglês e a CNH!

Claro que, por mais que a gente desconstrua teoricamente uma coisa, essas coisas que ouvimos quando crianças ficam arraigadas na gente, tenho vergonha sim. Mas estou encarando e me expondo, porque sou humana e preciso aprender a não só dar, mas também pedir e aceitar ajuda.

"Quem ajuda é que agradece." Diz esse mesmo sábio amigo.

Ele me agradece e eu agradeço imensamente ao Universo, porque conheço pessoas incríveis nesta vida, e o ombro, conselho, alimento... é sempre providencial!

Claro que, por outro lado, como não está fácil pra ninguém, ou ao menos, não para a maioria... Ainda que o Universo conspire a meu favor, quando a gente faz nossa parte, facilita, por isso decidi tomar uma atitude e estou entregando minha casa este mês. Sei que parece loucura, mas vai dar certo! E Vamos que Vamos que 2017 chegou!!!

Que sejamos fortes, valentes e resilientes. Que a felicidade nos reencontre em cada esquina e cada olhar. Que sejamos livres e capazes de valorizar e desfrutar o melhor, melhor mesmo, da vida - que não tem preço, nem se pode comprar! ;)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Redes sociais X Trabalho

Cada coisa precisa ter seu tempo e espaço ou corremos o risco de vivermos com uma sensação de frustração cada dia maior, pois saímos do trabalho com a sensação de que não fizemos o que precisava (porque temos que manter a rede aberta e ela nos distrai com assuntos pessoais) e que não paramos de trabalhar nunca porque ele nos acompanha - e permitimo-lhe tudo!


Tempo

Lembro que quando mais nova me sentia muito importante, para mim não havia dia ou hora, foi minha escolha: trabalhava 24 horas se possível - e quando preciso foi, o fiz. O fiz e percebi o quanto era massacrante, esmagador. Assim decidi que não queria mais aquela vida. Mas mudar não é fácil...

Desde então percebo cada vez mais o quanto é também desrespeitoso com nós mesmos essa atitude, com nosso corpo físico e nossa subjetividade, pois nossa riqueza reside na nossa diversidade! Não somos robô. Temos talento para ser bons em muitas coisas - e precisamos! Porque uma vida equilibrada é além de mais saudável, mais saborosa, rica em nutrientes essenciais para a Felicidade!

Agora quando vejo as pessoas enviando mensagens sobre trabalho aos domingos, noite, madrugada, lamento, pois sinto que muitas vezes não é pela necessidade do trabalho, mas do sentir-se importante. Cada coisa precisa ter seu tempo.



Espaço

Choquei quando li esses tempos uma pessoa perguntar se preferia que um arquivo (importante!) fosse enviado pelo facebook ou whatsaap! Por mais que a rede possibilite o envio, há coisas que tem que ir para o e-mail, pois a rede é dinâmica, a coisa se perde e depois encontrá-las nos fará perder tempo, logo, não pode ser o mais adequado.

E se a maioria passou a fazer isso, enquanto educadora, por mais que deva me aproximar da linguagem que o outro usa, pelo nosso bem, também não posso me refutar a fazer esta ressalva:

Cada meio tem suas vantagens e desvantagens, cabe a nós nos perguntarmos se estamos escolhendo o mais adequado para o assunto. Isso é profissionalismo. Lembrando que há uma rede social apropriada para a vida profissional: o Linkedin. Cada coisa precisa ter seu espaço.


Retângulo no quadrado

Claro que não significa que NÃO-NUNCA-JAMAIS, podemos fazer exceções, afinal, não somos quadrados, somos tudo-junto-e-misturado, complexos, humanos. O que não podemos é permitir que as exceções virem regra, a menos que sejam benéficas para nós, o que não me parece ser o caso.

Aliás, de minha parte, posso dizer que encontrar um e-mail pessoal em meio aos e-mails é como encontrar um chocolate no palheiro - alegra! E certamente darei mais atenção do que no whatsapp, que muitas vezes, se não tomo cuidado, me leva o tempo embora - e com muito pouca substância.

Enfim, precisamos usar a internet a nosso favor! Fica aqui meu apelo para essa reflexão! 😉


Um e-mail, por favor!

Mas minha questão não é tanto por onde responder, mas há 3 coisas que me fazem preferir o email:
Quero meus e-mails de volta!

Abro minha caixa de entrada e cada vez mais chegam apenas propaganda e e-mails institucionais.

Por outro lado, quando abro as tais "redes sociais" (whatsapp e facebook), tenho centenas de mensagens que mal dou conta de acompanhar, no meio há de tudo: assuntos pessoas e profissionais, coisas nada a ver e coisas interessantes. - e se fosse olhar tudo, tudo, certamente, não faria mais nada!

Mas enquanto muita gente se maravilha com o poder das redes sociais, faço aqui meu apelo para que voltemos ao bom e velho e-mail, elenco aqui os motivos mais básicos:

1. Vira um material fácil de ser localizado com uma simples busca, evitando retrabalhos.

2. O e-mail possibilita marcar as mensagens importantes e categorizá-las.

3. Não ocupa a memória pessoal tendo que lembrar que entre as dezenas de mensagens que entram e saem há alguma que não pode deixar de ser respondida. - às vezes uso a "técnica" de não abrir para que me chame a atenção, mas nem sempre dá certo.

4. Percebo que o trabalho está invadindo nossos espaços de convívio pessoal (mesmo que digital) e precisamos impor-lhe limites - e se gostamos muito, então, impor-nos limite.


[continua...]

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Inspirar e inspirar-se


Ao lado de onde trabalho se estabeleceram algumas pessoas em situação de rua. Ficam ali alguns colchões e uma carroça próxima. Há uns dias fotografei os cachorros ali. Ontem ao sair vi um casal dormindo abraçados numa "suave conchinha" e dormindo lindamente!

Fiquei tão encantada com a cena que outra pessoa dali me abordou pedindo para pagar comida (do caminho de casa até o trabalho e vice-versa são inúmeros os pedidos, se você não parecer firme e determinado, não chega a lugar algum e fica mais sem dinheiro do que já estava).



No dia anterior, a emoção ali era por conta de um vendedor de pipocas que a polícia abordava decidindo apreender seu carrinho. Fiquei sem saber o que fazer. Buscava uma ideia. Se houvesse algo sério acontecendo por perto que tivessem que socorrer... nada. Entrei num sebo para poder acompanhar de longe e no lugar de me ocorrer uma idéia, um livro me encontrou e decidi comprá-lo.

Quase chegando em casa, outro casal em situação de rua, deitados no chão de barriga pra cima, com as cabeças juntinhas, olhavam um livro que ela lia. - E como queria saber desenhar para poder compartilhar aquela imagem que por instantes me capturou!

Cheguei em casa e a lua crescente já começava a querer brilhar, mas o sol ainda clareava bem. Pendurei minha rede na varanda, peguei o livro que havia comprado no sebo no dia anterior e, inspirada pelo casal, fiquei me deliciando com a leitura e aquele momento único. Escureceu, namorei um pouco o brilho da lua se intensificando e fui tocar minhas coisas.

Ler é um prazer com que sonho há muito, porque há anos coloco o que tenho obrigação de ler na frente, e com isso, acabo não lendo nada. Como este ano pretendo ser mais gentil comigo, espero muito conseguir salvar tempos assim, pra ler e mais nada! =)
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Essa história me remeteu a uma situação na semana anterior em Teresópolis, onde me diziam que era impossível a criança que chegara ficar 2 minutos quieta - isso porque havia dito que ia meditar uns minutos de frente para o Dedo de Deus. Devo ter ficado entre 20 e 30 minutos ali. Depois do almoço, para a surpresa de todos, eis que a pequena se senta na mesma posição na frente para o monumentoso por vários minutos!



Dois dias depois minha mãe envia um vídeo do meu padastro tomando banho de chuva - coisa que tenho imenso prazer de fazer... não tive sucesso desta vez, minha mãe me fez entrar, mas tentei! rs

Fiquei pensando que mais do que tentar convencer os outros de que algo é bom, se houver oportunidade, simplesmente fazer o que sente vontade, por inteiro, sem pretensões, pode ter um resultado muitíssimo maior!

E ambas situações me agradaram tanto o coração! Para 2017: Inspirar e inspirar-se! Que tal? ;)

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Triste, tão triste

"Porque será que existe, o que quer que seja?
Sinto o peito vazio e ainda assim, farto.
Estou triste, tão triste..."



Hoje trabalho onde queria e com o que acredito, me realizo! ...no entanto, estou triste, tão triste.
Hoje mais uma vez, não consegui cumprir com o combinado comigo: saí cedo e votei noite, mas com a pura e simples diferença de ter me dado conta de que amo o que faço, mas vivo esgotada.

Não tenho tempo, muito menos disposição, para cuidar de mim, da minha casa, da minha vida.

Dia destes tive tão forte pra mim que não quero mais essa vida de só trabalhar que dois dias depois quis voltar para o trabalho de noite e o universo parecia conspirar totalmente contra. Entendi. Decidi desistir e relaxar, mas no fundo, não relaxei e ainda me lasquei no dia seguinte.

O que penso geralmente é: “amanha vou chegar mais cedo em casa” de modo que dará tempo de descansar e ainda colocar algo em ordem. No entanto... essa utopia acaba muitas vezes ficando para outro futuro, e especificamente hoje, me senti vencida.

Senti que vencer o vício do trabalho pode ser mera ilusão, que sempre haverá mais um “estado de exceção”, ou o mais brando e recorrente: mais uma semana atípica.

E nem sei como tenho coragem de estar reclamando, sendo que estou com apenas um trabalho, em outros tempos eram ao menos dois ou três.
...
A militância me exaure. Mas como me dar ao luxo de não militar, em tempos tão.., temerosos? Aliás, na verdade ainda me pesa a consciência porque só tenho militado na minha atuação.

Na teoria é fácil reconhecer que às vezes é preciso dizer não, mas na prática, perder o hábito é uma luta – que nem sempre temos energia pra travar.

O que fazer então? Não sei. Hoje não quero mais nada. Meu maior sonho tem sido poder dormir um pouco mais... ainda que confesso, vez ou outra me pego desejando um milagre pra terminar meu mestrado.

Mas o que mais me angustia, talvez seja o fato de perceber que tenho aprendido e vivenciado muitas coisas que queria demais compartilhar, ensinar, multiplicar... até pra ver se registro e aprendo mesmo! rs... Só que os homens cinzentos além de surrupiarem nosso tempo, parece que agora também retiram nossa energia.



Hoje, só quero curar essa dor de cabeça e mais nada, Nada, NADA!

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Porque temos que decidir com a razão e o coração


Na última semana postei sobre os candidatos que conheço e admiro e gostaria muito que todos entrassem! Faço questão de compartilhar vários porque é uma decisão que só cabe a cada um.

Indiquei um candidato a uma amiga e ela me respondeu: mas este ano quero votar numa mulher. Tem parte de razão porque incomoda conhecer os números e continuar perpetuando a maioria esmagadora de homens eleitos, mas percebi que tinha sentimento também, que precisa ser respeitado.

Falei da Luiza Coppieters, do PSOL, mas depois fiquei pensando sobre isso... indiquei 6 candidat@s, sendo que só uma mulher - e que era formalmente homem até poucos anos.

Bom, pra equilibrar o jogo, ou melhor, minimizar o desequilíbrio, decidi incluir mais uma mulher nesta preciosa lista. Não acompanho sua trajetória, mas me impressionou positivamente como conduziu e apoiou a luta pela inclusão da questão de gênero na escola - infelizmente derrotada.

Também lembrei de um texto que li do Adriano Diogo contando desse processo, de uma sensibilidade e franqueza (reconhecendo certas fraquezas do próprio partido), que ficou reverberando aqui dentro:

Juliana
um sonho
uma utopia

Pensando nisso, fui perguntar pra uma amiga ativista que acompanhou bem de perto toda essa luta (mas apoiando agora Erundina e Muna) e para minha surpresa boa, a resposta dela foi empolgante!

"Sou super fã Juliana Cardoso, a equipe dela é maravilhosa! Pode recomendar sem pestanejar"

Então, vai aí minha última dica pra vereança: Juliana Cardoso, nº 13222. http://julianacardosopt.com.br

E minha listinha ficou assim:
  1. Nabil Bonduki, 13633
  2. Simão Pedro, 13134
  3. Suplicy, 13131
  4. Juliana Cardoso, 13222
  5. Luiza Coppieters, 50222
  6. Douglas Belchior, 50075
  7. Pedro Markun, 18007!


Afinal, sete é um número cabalístico! =)

Mas faço um apelo básico: não deixe de procurar o que foi feito, o que se defende ou pretende fazer, pergunte se houver dúvida e... sim, SINTA!